Mastiplus BR: A Revolução na Prevenção e Controle da Mastite Bovina para Gado Leiteiro

Prevenção e controle da mastite bovina na pecuária leiteira

A mastite bovina é um dos principais desafios enfrentados por pecuaristas e médicos-veterinários na produção de leite.

Caracterizada pela inflamação da glândula mamária, a doença pode causar dor e desconforto aos animais, comprometer a qualidade do leite e gerar prejuízos significativos para a propriedade.

Além dos gastos com tratamentos, a mastite pode provocar descarte de leite, redução da produção, perda da qualidade dos produtos lácteos e, nos casos mais graves, comprometimento permanente dos quartos mamários.

Nesse cenário, Mastiplus BR, da Vitafort, apresenta-se como uma ferramenta para auxiliar na prevenção e no controle da mastite, contribuindo para a saúde do úbere, a redução da Contagem de Células Somáticas e a produtividade do rebanho.

O que é a mastite bovina?

A mastite é uma inflamação da glândula mamária, geralmente associada à entrada e à multiplicação de microrganismos no úbere.

Ela pode se apresentar de duas formas principais:

Mastite clínica

A mastite clínica apresenta sinais visíveis, como:

  • Inchaço e aumento da temperatura do úbere;
  • Dor durante a ordenha;
  • Vermelhidão;
  • Alterações na aparência do leite;
  • Presença de grumos;
  • Redução da produção;
  • Febre e apatia em casos mais graves.

Mastite subclínica

Na mastite subclínica, os sinais não são facilmente percebidos durante a observação do animal ou do leite.

Mesmo sem alterações visíveis, essa forma da doença pode elevar a Contagem de Células Somáticas, reduzir a produção e comprometer a qualidade do leite.

Por ser silenciosa, a mastite subclínica pode permanecer no rebanho por longos períodos e facilitar a disseminação de agentes infecciosos.

Os prejuízos da mastite para o pecuarista

A mastite clínica ou subclínica pode gerar perdas diretas e indiretas para a atividade leiteira.

Entre os principais prejuízos estão:

  • Descarte de leite;
  • Queda na produção;
  • Gastos com medicamentos;
  • Honorários veterinários;
  • Maior necessidade de mão de obra;
  • Redução dos teores de gordura e proteína;
  • Penalizações pela baixa qualidade do leite;
  • Aumento da Contagem de Células Somáticas;
  • Descarte precoce de vacas;
  • Perda de quartos mamários;
  • Maior risco de morte em casos severos.

Os custos associados a um caso de mastite clínica podem ser elevados, especialmente quando são considerados o leite descartado, o tratamento, o tempo de manejo e a redução produtiva do animal.

O que é Mastiplus BR?

Mastiplus BR é uma vacina anti-mastite desenvolvida pela Vitafort para auxiliar na prevenção e no controle da mastite bovina.

De acordo com as informações do fabricante, o produto possui uma formulação composta por diferentes agentes bacterianos relacionados à ocorrência de mastites ambientais e contagiosas.

A vacina atua estimulando o sistema imunológico das vacas, contribuindo para uma resposta mais eficiente contra os agentes associados à doença.

Como Mastiplus BR atua?

Mastiplus BR estimula as defesas naturais dos animais, ajudando o organismo a responder aos agentes relacionados à mastite.

Sua utilização pode auxiliar em diferentes pontos do manejo sanitário, como:

Redução da Contagem de Células Somáticas

A Contagem de Células Somáticas, conhecida como CCS, é um dos principais indicadores utilizados para avaliar a saúde da glândula mamária e a qualidade do leite.

O aumento da CCS pode estar associado à presença de inflamações e infecções no úbere.

Ao fazer parte de um programa sanitário adequado, Mastiplus BR pode auxiliar na redução da CCS do rebanho.

Auxílio na recuperação de mastites subclínicas

A vacinação pode contribuir para o aumento da resposta imunológica das vacas que apresentam mastite subclínica.

O objetivo é auxiliar o organismo no controle dos agentes envolvidos e favorecer a recuperação dos animais.

Prevenção de novos casos

Mastiplus BR também pode fazer parte de protocolos preventivos destinados a reduzir a ocorrência de novos casos de mastite clínica e subclínica.

A vacinação não elimina a necessidade de higiene, diagnóstico, monitoramento e correção dos fatores de risco existentes na propriedade.

Principais benefícios do Mastiplus BR

Descarte zero de leite

Um dos principais diferenciais do produto é não exigir o descarte do leite em razão da vacinação, desde que seja utilizado conforme as recomendações do fabricante.

Isso permite a continuidade da produção e reduz o impacto financeiro relacionado ao tratamento do rebanho.

Produto biológico e não antibiótico

Mastiplus BR é um produto biológico e não possui ação antibiótica.

Sua utilização pode contribuir para programas que buscam reduzir o uso desnecessário de antibióticos e adotar uma abordagem mais preventiva na sanidade do rebanho.

O produto também não interfere diretamente na fabricação de derivados lácteos, como queijos, quando utilizado conforme a orientação técnica.

Facilidade de armazenamento e manejo

De acordo com o fabricante, o produto não necessita de armazenamento em gelo durante o manejo, facilitando o transporte e a utilização na propriedade.

Entretanto, todas as condições de conservação indicadas na embalagem e na bula devem ser respeitadas.

Auxílio na produtividade

Vacas com úberes mais saudáveis apresentam melhores condições para manter a produção e a qualidade do leite.

A redução da incidência de mastite pode contribuir para:

  • Menor descarte de leite;
  • Melhor qualidade da produção;
  • Menor gasto com tratamentos;
  • Maior vida produtiva das vacas;
  • Melhor desempenho econômico da propriedade.

Como aplicar Mastiplus BR?

A aplicação de Mastiplus BR deve ser realizada pela via subcutânea, conforme as orientações da bula e do médico-veterinário.

Os protocolos podem variar de acordo com:

  • A idade dos animais;
  • A fase produtiva;
  • O histórico de mastite;
  • A Contagem de Células Somáticas;
  • Os resultados do CMT;
  • Os agentes presentes na propriedade;
  • A gravidade do problema no rebanho.

Protocolo preventivo para vacas secas e novilhas

Um protocolo preventivo pode ser estruturado da seguinte forma:

  • Primeira dose: 60 dias antes do parto, no D-60;
  • Segunda dose: 30 dias antes do parto, no D-30;
  • Terceira dose: 15 dias após o parto, no D+15;
  • Manutenção: reforço a cada 60 dias durante o período de lactação.

Nos rebanhos com alta incidência de mastite clínica após o parto, o médico-veterinário poderá avaliar a necessidade de associar outras medidas ao protocolo.

Essas medidas podem incluir o uso de produtos intramamários específicos para vacas secas, sempre mediante diagnóstico e orientação profissional.

Protocolo para vacas em lactação

Protocolo padrão

O protocolo padrão pode incluir quatro doses de 5 mL:

  1. Aplicar duas doses em dias alternados;
  2. Aguardar uma semana;
  3. Aplicar mais duas doses em dias alternados;
  4. Realizar uma dose de manutenção de 5 mL a cada 60 dias durante a lactação.

Protocolo intensivo

Esse protocolo pode ser considerado em animais ou rebanhos com:

  • CCS superior a 400 mil células por mililitro;
  • Resultado positivo no California Mastitis Test, o CMT.

O esquema pode incluir:

  • Aplicação na segunda-feira;
  • Aplicação na quarta-feira;
  • Aplicação na sexta-feira;
  • Intervalo de uma semana;
  • Repetição das aplicações na segunda, quarta e sexta-feira;
  • Reforço de manutenção a cada 60 dias.

Protocolo moderado

Pode ser utilizado em situações com:

  • CCS superior a 400 mil células por mililitro;
  • Resultado negativo no CMT.

O esquema pode incluir:

  • Aplicação na segunda-feira;
  • Aplicação na quarta-feira;
  • Intervalo de uma semana;
  • Repetição das aplicações na segunda e quarta-feira;
  • Reforço de manutenção a cada 60 dias.

A escolha entre os protocolos deve ser feita pelo médico-veterinário, considerando os resultados dos exames e o histórico sanitário da propriedade.

Uso como coadjuvante em mastites subclínicas

Em casos de mastite subclínica, o produto pode ser utilizado como coadjuvante dentro de um protocolo de tratamento.

Um dos esquemas sugeridos é composto por:

  • Três séries de aplicações;
  • Três doses de 5 mL em cada série;
  • Aplicações realizadas em dias alternados;
  • Intervalo de uma semana entre cada série.

Após a conclusão do protocolo, pode ser realizada uma dose preventiva de 5 mL a cada 60 dias durante a lactação.

A utilização da vacina não substitui a identificação do agente causador, a realização de exames ou a necessidade de tratamento específico quando indicado.

Mastiplus BR substitui os antibióticos?

Mastiplus BR é uma vacina e não um antibiótico.

Por isso, sua função é estimular o sistema imunológico e auxiliar na prevenção ou no controle da doença. O produto não deve ser entendido como substituto automático dos medicamentos necessários para tratar infecções bacterianas já instaladas.

Em casos de mastite clínica ou infecções mais graves, o médico-veterinário poderá recomendar:

  • Cultura microbiológica;
  • Antibiograma;
  • Antibióticos;
  • Anti-inflamatórios;
  • Fluidoterapia;
  • Ordenha frequente do quarto afetado;
  • Tratamentos de suporte;
  • Monitoramento do estado geral do animal.

O que é a Contagem de Células Somáticas?

A Contagem de Células Somáticas é utilizada para avaliar a saúde da glândula mamária e monitorar a qualidade do leite.

As células somáticas incluem principalmente células de defesa do organismo. Quando há uma inflamação no úbere, a quantidade dessas células tende a aumentar.

Uma CCS elevada pode indicar:

  • Presença de mastite subclínica;
  • Infecções intramamárias;
  • Falhas na higiene da ordenha;
  • Problemas ambientais;
  • Má conservação dos equipamentos;
  • Transmissão de agentes contagiosos entre vacas.

O acompanhamento regular da CCS ajuda o produtor a identificar problemas antes que eles se tornem mais graves.

O que é o teste CMT?

O California Mastitis Test, conhecido como CMT, é um teste rápido utilizado na propriedade para identificar alterações relacionadas à mastite subclínica.

Ele permite avaliar separadamente o leite de cada quarto mamário e identificar possíveis elevações na quantidade de células somáticas.

O CMT é uma ferramenta de triagem e não substitui exames laboratoriais mais completos, como a cultura microbiológica.

A vacinação deve fazer parte de um programa integrado

A mastite é frequentemente considerada uma doença da fazenda, pois sua ocorrência está diretamente relacionada ao ambiente, à higiene, à ordenha, aos equipamentos e ao manejo dos animais.

Por isso, a vacinação deve fazer parte de um programa integrado de prevenção.

Higiene antes da ordenha

Antes da ordenha, recomenda-se:

  • Avaliar a condição dos tetos;
  • Retirar o excesso de sujeira;
  • Realizar o pré-dipping;
  • Respeitar o tempo de ação do produto;
  • Secar os tetos com papel descartável individual;
  • Descartar os primeiros jatos em recipiente adequado;
  • Verificar possíveis alterações no leite.

Higiene após a ordenha

Depois da ordenha, é importante:

  • Realizar o pós-dipping;
  • Garantir a cobertura completa dos tetos;
  • Manter os animais em pé por alguns minutos;
  • Disponibilizar alimento após a ordenha;
  • Evitar o contato imediato do úbere com pisos contaminados.

Manutenção dos equipamentos

Os equipamentos de ordenha devem passar por limpeza, regulagem e manutenção periódica.

Problemas de vácuo, pulsação ou desgaste das teteiras podem provocar lesões nos tetos e aumentar o risco de mastite.

Também é fundamental:

  • Higienizar corretamente as linhas;
  • Substituir as teteiras no período recomendado;
  • Avaliar o funcionamento das ordenhadeiras;
  • Evitar sobreordenha;
  • Manter os utensílios limpos.

Manejo dos animais infectados

Vacas com mastite devem ser identificadas e manejadas de maneira adequada.

Algumas medidas importantes incluem:

  • Ordenhar os animais infectados por último;
  • Utilizar materiais separados;
  • Higienizar os equipamentos após o uso;
  • Registrar os casos;
  • Acompanhar a evolução clínica;
  • Realizar exames quando necessário;
  • Respeitar o período de carência dos medicamentos.

Ambiente limpo e confortável

A higiene das camas, piquetes, corredores e áreas de espera é essencial para reduzir a exposição dos tetos aos agentes ambientais.

Para isso, recomenda-se:

  • Remover fezes e matéria orgânica;
  • Evitar excesso de umidade;
  • Manter as camas limpas e secas;
  • Melhorar a drenagem;
  • Reduzir a formação de lama;
  • Controlar a lotação;
  • Garantir boa ventilação.

Benefícios de um programa eficaz de controle da mastite

Um programa bem estruturado pode proporcionar:

  • Redução da CCS;
  • Menor incidência de mastite clínica;
  • Menor ocorrência de mastite subclínica;
  • Redução do descarte de leite;
  • Melhoria da qualidade da produção;
  • Menor uso de medicamentos;
  • Redução dos custos veterinários;
  • Maior vida produtiva das vacas;
  • Melhor remuneração pelo leite;
  • Maior rentabilidade para a propriedade.

A importância do médico-veterinário

A orientação do médico-veterinário é indispensável para definir o protocolo mais adequado para cada propriedade.

O profissional poderá avaliar:

  • A incidência de mastite no rebanho;
  • Os resultados da CCS;
  • Os resultados do CMT;
  • Os agentes causadores;
  • O histórico de tratamentos;
  • A rotina de ordenha;
  • As condições das instalações;
  • A necessidade de vacinação;
  • A necessidade de medicamentos;
  • As medidas de prevenção mais adequadas.

Cada fazenda apresenta uma realidade diferente. Por isso, os protocolos devem ser adaptados conforme o diagnóstico e os objetivos da propriedade.

Mastiplus BR: mais saúde, qualidade e rentabilidade

Investir na prevenção da mastite significa proteger a saúde do rebanho, preservar a qualidade do leite e reduzir perdas econômicas.

Quando utilizado dentro de um programa sanitário completo, Mastiplus BR pode auxiliar na:

  • Redução da Contagem de Células Somáticas;
  • Prevenção de novos casos de mastite;
  • Recuperação de animais com mastite subclínica;
  • Redução do descarte de leite;
  • Diminuição do uso desnecessário de antibióticos;
  • Melhoria da produtividade;
  • Proteção da rentabilidade da propriedade.

Conclusão

A mastite bovina não deve ser tratada apenas quando os sinais clínicos aparecem.

Monitoramento, higiene, prevenção, vacinação e diagnóstico precoce são fundamentais para manter o úbere saudável e garantir a qualidade do leite.

Mastiplus BR pode ser um aliado estratégico no controle da mastite, desde que seja utilizado de maneira correta e integrado às boas práticas de ordenha, higiene e manejo.

Consulte um médico-veterinário para avaliar as condições do rebanho e estabelecer o protocolo mais adequado para a sua propriedade.

Onde encontrar Mastiplus BR

Para mais informações sobre o produto e sua disponibilidade, entre em contato com a Só Sal Produtos Agropecuários.

Conte com orientação especializada para encontrar as melhores soluções para a saúde, a produtividade e a qualidade do leite do seu rebanho.

Produto de uso veterinário. Leia a bula e consulte um médico-veterinário. Os protocolos podem variar conforme o estado sanitário do rebanho e as recomendações do fabricante.

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